Dylan Yost, professor associado, explica que esse resultado elimina a possibilidade de que uma nova força ou partÃcula seja responsável pela diferença anterior. Segundo ele, a coincidência com a teoria reforça a confiança no Modelo Padrão, embora surpresas ainda possam vir de outras áreas.
Esses trabalhos ilustram como experimentos em laboratório podem complementar os grandes aceleradores de partÃculas. Dylan Yost compara a abordagem deles a uma luz de motor que acende: ela indica onde procurar possÃveis anomalias. Ambos os tipos de experimentos são necessários para sondar o Modelo Padrão e descobrir uma eventual nova fÃsica.
Para deduzir o raio do próton, os pesquisadores então compararam essas medições a cálculos teóricos. A dificuldade residia no fato de que os átomos se movem rapidamente, o que reduz o tempo de interação com o laser. A solução foi utilizar dois feixes de laser simultaneamente para aumentar a precisão.