Uma equipa de investigadores avança hoje uma nova pista: a utilização das ondas gravitacionais. Estas oscilações do espaço-tempo, previstas por Einstein e confirmadas experimentalmente em 2015, nascem de colisões de objetos muito massivos como buracos negros. Elas poderão permitir uma nova medida independente da taxa de expansão.
Por enquanto, os detetores atuais como o LIGO e o Virgo ainda carecem de sensibilidade para isolar claramente este fundo. No entanto, análises preliminares dos dados parecem indicar valores de acordo com o ritmo de expansão mais rápido. Esta tendência motiva o desenvolvimento de instrumentos de terceira geração, muito mais potentes.