As supernovas do tipo 1a, essas explosões estelares usadas como referência para medir o Universo, podem não ser tão confiáveis quanto se pensa, e em breve saberemos disso com certeza.
Essa abordagem permite estimar as distâncias das galáxias com grande precisão sem recorrer a observações espectroscópicas longas e caras. Ela será essencial para analisar o fluxo de dados do Legacy Survey of Space and Time (LSST) do observatório Rubin. Os pesquisadores afirmam que seu modelo evita vieses de seleção e modelagem.
Os resultados deste estudo, publicados no periódico Nature Astronomy, abrem caminho para uma cosmologia mais precisa. Ao refinar a calibração dessas velas padrão, os cientistas esperam compreender melhor a energia escura e o destino do Universo. E tudo isso graças a uma ideia simples: simular o Universo em um computador para revelar seus mecanismos.