💪 O melhor exercício físico para idosos não é o que se pensa

Publicado por Adrien,
Fonte: Maturitas
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Uma pesquisa realizada pela Universidade da Sunshine Coast acompanhou mais de 120 pessoas saudáveis, com idade média de 72 anos, durante seis meses. Esses participantes realizaram sessões regulares de exercícios em academias, em diferentes níveis de intensidade, permitindo que os cientistas observassem as mudanças corporais a longo prazo.


Imagem ilustrativa Pixabay

Os resultados revelam que todos os níveis de intensidade – alta, moderada ou baixa – levam a uma modesta diminuição da massa gorda. Por outro lado, apenas o método HIIT (treino intervalado de alta intensidade) permite preservar a massa muscular. Assim, a intensidade do esforço determina diretamente as mudanças corporais.

Segundo os especialistas, o HIIT provavelmente funciona melhor porque impõe um estresse mais acentuado sobre os músculos. Esse estresse envia um sinal forte ao organismo para que ele conserve os tecidos musculares em vez de deixá-los se degradar. Concretamente, as sessões envolvem períodos curtos de esforço intenso, onde a respiração se torna difícil, alternados com momentos de recuperação.

Esta preservação muscular se mostra essencial com o avançar da idade, pois sua diminuição pode reduzir a mobilidade, aumentar a fragilidade e elevar o risco de doenças crônicas. Além disso, as modificações na composição corporal estão associadas ao desenvolvimento de distúrbios como as doenças cardiovasculares ou o diabetes tipo 2.

Publicada na revista Maturitas, esta pesquisa mostra a necessidade de ajustar a atividade física às particularidades dos idosos. Fruto de uma colaboração universitária, ela abre caminho para programas de exercícios embasados em dados, visando acompanhar um envelhecimento com boa forma.
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